Concílio Vaticano II e José Comblin
elementos para uma hermenêutica conciliar
DOI:
https://doi.org/10.46525/ret.v40i3.1979Resumo
O Concílio Vaticano II representa um dos mais significativos esforços do labor teológico da Igreja Católica no século XX. Convocado por João XXIII em 1962 e findado em 1965 no pontificado de Paulo VI propôs novos caminhos de reflexão e atuação ao redefinir alguns parâmetros da ação eclesial principalmente no que diz respeito ao diálogo com o mundo, à renovação litúrgica, ao ecumenismo e o papel dos leigos. Este artigo, assim, tem por objetivo resgatar a importância do Concílio inserido no contexto da comemoração dos sessenta anos de existência. No desenvolvimento se procurará levantar alguns elementos que podem muito colaborar para uma contínua recepção conciliar quando analisa instrumentais hermenêuticos utilizados para a interpretação dos debates e dos encontros nas aulas conciliares. Todos esses ambientes hermenêuticos revelam muito sobre o espírito conciliar, a mentalidade dos Padres e os anseios do orbe católico. A metodologia baseia-se em uma revisitação do pensamento de José Comblin, teólogo belga radicado no Brasil, buscando suas contribuições a respeito da temática analisada.

